terça-feira, 16 de abril de 2013

Ensaio sobre a raiva

A raiva invade o peito,
e de súbito estremece a cabeça

Tomando em horror
toda e qualquer visão de vida
do momento

A raiva, que por vezes
têm sua origem em lembranças,
em um demonio no silencio,
em um fantasma na esquina,
ou até mesmo na sílaba entabulada
entre a língua, o peito e a cabeça,
pode se estender por horas
no peito de qualquer amante,
e assim envenenar o que é doce

Por isso, relutemos!
Façamos fortes as
lembranças do amor,
para que destrua
esse veneno amargo

Porem, se as memórias do amor divino
não forem o suficiente para aniquila-la,
lamentemos,
nunca foi amor

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