sábado, 16 de março de 2013

Fugitivos como o espaço

Trabalhar com álbuns de fotografia me dá enfase em me enojar - um pouco - da raça humana.
São diversos sorrisos cretinos, forçadas, passageiros, insuportável a quem mesmo o faz.
Casais mais equilibrados, composto por uma moça bonita de corpo leve e feições luciferianas junto de um homem feio, velho ou gordo, que nos dentes, mostra a quantidade de dinheiro que carrega nas calças.
Os mais novos ainda podem ser perdoados. São crianças sorrindo puramente em uma tarde alegre com o sol aquecendo aqueles coraçõezinhos de anjos. Mas mau sabem, que apenas estão encaminhando-se para esse tortuoso caminho da vida. Ser obrigado a conviver com humanos ridículos, maldosos, cheios de espinhos.
- Pudera todos serem crianças para fazer uso de uma felicidade sincera.
 Também há as doces meninas em trajes ousados para festa de debutantes.
Algumas me tiram atenção devido a sua beleza jovial, porem , quase todas esboçam um olhar de malicia.
-Entregaram-se fácil aos homens com peito de níquel.
Uma menina de olhos claros, pele claro, cabelo escuro e lábios vermelhos, me encantou por míseros nove segundos em seu álbum pré-formatura secundarista.
Pousava em um jardim com uma espécia de mistura de arquitetura ateniense e estátuas romanesca.
De nove segundos de atenção passaram-se a quase dois minutos de fixavam no retrato.
Procurava infindavelmente algo de verdadeiro naquela foto.
Pensei muito.
Acabei ficando com as estátuas de uma Roma distante.


Aguentando sem problemas :B



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